PLANO (2020)

Este projeto se intitula “Plano” por figurar planos/plantas-baixa (na arquitetura, desenho de uma área em projeção horizontal); por compreender um plano de imanência (na filosofia, plano de não-exclusão que integra a ordem e o caos, o rígido e o flexível); por ser um plano para um futuro (enquanto tática, conceber uma série de ações em vista de realizar algo). “Plano" porque um plano de elaboração de bases fundadoras e acolhedoras que precisam se projetar no presente para que a construção de um futuro comum seja realizável (área de interseção do subjetivo e do coletivo).

“Plano" é sobre rever as bases, os afetos, as memórias, a fim de preparar terreno para construir um “novo” (novas bases, novas casas, novos horizontes, novos mundos). Praticamente, “Plano” se pretende uma série de pinturas à óleo sobre colchas de piqué. Conceitualmente, a pesquisa transita do subjetivo ao coletivo para pensar: quais casas podemos construir a partir de nossas bases já conhecidas? Em que medida elas ressoam juntas? Como podemos trabalhar para erguer um plano de futuro comum?

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